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Juventude, do latim “juventus – utis“, que significa “época de estar na mocidade, se ser jovem”. Esta fase que é compreendida entre a saída da infância e entrada na fase adulta e é de enorme importância, celebra a transição, e tem data marcada pra ser lembrada. Dia 30 de março! A data é marcada para evidenciar a contribuição dos jovens na criação da sociedade e propor atos de conscientização para os desafios que terão de enfrentar. Em 2022, ano eleitoral, é mostrada mais uma conquista do jovem, o direito de escolha, o direito de opinar, o direito de votar, exercer seu papel na sociedade democrática. Exercer seu papel com suas novas responsabilidades. Envelhecer não é perder a juventude. Ao contrário: envelhecer é amadurecer. É ganhar sabedoria, experiência e acumular muitas histórias para contar. A ideia é permanecer jovem por muitos anos, por toda a vida. Jovem para vivenciar cada fase da vida com alegria e tranquilidade. Feliz Dia Mundial da Juventude a todos.


sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Síndico já pode ser considerada uma profissão?

"Achei" este artigo em um jornal sobre a mesa, vazia, de uma praça de alimentação. Com aquela mania de leitor (e agora blogueiro viciado) resolvi dar uma folheada e o encontrei. Achei de ótimo tamanho para ser publicado na Oficina de Gerência.
O tema é sempre fascinante - e polêmico - pois a administração de prédios e condomínios se torna cada vez uma atividade importante e valorizada. Motivos para isso não faltam. Todavia acho que os principais são:
  1. Uma "função" que poucos querem exercer. Seja por falta de tempo ou de "vocação".
  2. Remuneração baixa (às vezes ridícula) pela responsabilidade assumida.
  3. Potencial "bomba de retardo" para o enfrentamento futuro de causas na justiça.
  4. Verdadeiro "imã" para atrair inimizades de vizinhos que, como sabemos todos, dura para o resto da vida.
Eu mesmo nunca admiti, sequer, a idéia de assumir a função de síndico nos poucos prédios onde residi. Sempre disse que nem pelo salário que eu recebia, no meu trabalho normal, aceitaria o nobre compromisso. E nobre aqui vai sem aspas. Admiro e muito aqueles que a exercem e principalmente se são dedicados e competentes.
Sob o ponto de vista técnico e operacional não há a menor dificuldade em ser síndico. Entretanto os inevitáveis atritos com as pessoas que residem à sua volta requer uma habilidade que poucos possuem. Abstraio aqui aqueles síndicos que vivem brigando com todo mundo e criando casos por qualquer bobagem. Refiro-me aos síndicos administradores, gerentes...
Do jeito que a coisa vai estou convicto que muito em breve a profissão de síndico será regulamentada. Não me refiro aos empregados das "administradoras de condomínios", mas às pessoas comuns que exercerão a função, profissionalmente, contratadas pelos moradores para gerenciar, remuneradas, as corporações que vivem e orbitam em torno dos edifícios de residências cada vez maiores e dos condomínios cada vez mais gigantescos.
Leiam o artigo e percebam se estou ou não fazendo previsões vazias.

Imagens transferidas do liberty 111

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