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sábado, 29 de março de 2025

Ação e Reação. Você sabe como "conversar" com esses perfis?



Ação e Reação.
Você sabe como conversar com esses perfis?
(Autor - Herbert Drummond - Blog Oficina de Gerência)

Com o progresso profissional e a maturidade, na minha carreira, pude observar com mais atenção os diferentes tipos de perfis das pessoas com as quais convivi e que ainda teria oportunidade de conhecer. Na época e desde então, me preocupei em como poderia conhecer melhor as pessoas dos círculos profissionais e sociais com os quais me relacionasse.

Devo registrar que não foram poucas as oportunidades em que exerci cargos de confiança. Ao aludir a isso, quero apenas mostrar que esse tipo de análise – perfis de personalidades – só terá eficácia se, ao observá-las, tiver a experiência e o cuidado de lidar direta e/ou indiretamente com essas pessoas; relacionar-se, interagir com elas de forma habitual.

Essas experiências, sem dúvida, devem incluir, dentre outras atividades, o dia a dia, as emoções e os processos de tomada de decisão. Parece complicado, não? E é sim! Complicado mesmo!

Trabalhar com pessoas é sempre muito difícil, mas é a base para quem quer assumir posições de chefia e liderança. Significa que, para conduzir ou conviver com os seres humanos - seja no ambiente de trabalho ou fora dele - é necessário ter uma sólida experiência, gostar de pessoas e de resolver problemas - ou, como é conhecido popularmente, "ter percorrido muitos quilômetros de praia".


Dessa forma, pretendo transmitir, modestamente, aos leitores uma das minhas melhores habilidades, ou seja, a capacidade e a prática de analisar os perfis das pessoas com as quais você se relaciona ou terá que conviver ao longo de sua existência. E, quando digo "vida", quero me referir a todas as situações que envolvam o seu dia a dia: no trabalho, na família, com os amigos e nas esferas sociais.

Há, sem dúvida, estudos aprofundando esses vieses de comportamentos e com diferentes nuances. Fui dar uma “passada d’olhos” no Google e encontrei inúmeros resultados para a consulta “ativos e reativos” (clique aqui se quiser ver); e você, caro leitor, terá todo direito de fazer uma pausa e perguntar-se:

“O que estou fazendo aqui, lendo este texto?”

Paciência... Fique tranquilo, não vou enunciar “receitas de bolos” de como ser ativo ou reativo. Quero, sim, destacar a importância de você usar, a seu favor, o conhecimento dos perfis de seus subordinados, chefes, opositores, sócios, colegas, amigos, parentes, seja quem for; e resolver problemas e desafios com base nessas características de cada um deles, de ser ativo ou reativo nas decisões que você tome e tenham as suas participações.

Parto do princípio de que você tem interesse em descobrir os perfis das pessoas com quem convive em seus relacionamentos; sua secretária, por exemplo, ou seu colega ao lado? São reativos ou ativos? Observe que eu não disse proativo. Esse é outro tipo de perfil.

Pensou?



Isso mesmo! Como será que funciona? Para ilustrar, vamos usar a imaginação. Visualize que você, diretor, está em uma reunião com seu gerente e precisa motivá-lo a tomar uma decisão estratégica importante. Você o conhece bem e sabe que tem um perfil reativo

Qual será a sua abordagem? Como irá fazê-lo dar o seu melhor? Como lhe apresentará o problema a ser resolvido?

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Se eu fosse o diretor nessa situação, utilizaria uma abordagem que respeitasse o perfil reativo do gerente, mas que também o incentivasse a agir de maneira mais proativa. Aqui está como eu conduziria a situação:

1. Criar um ambiente de segurança psicológica:

Eu iniciaria a conversa destacando a confiança que tenho nas habilidades dele, reconhecendo seus pontos fortes e reafirmando a importância da decisão estratégica. Isso ajuda a construir um clima de respeito e segurança.

"Eu sei que você tem uma visão detalhista e uma capacidade incrível de avaliar os cenários com precisão. Para essa situação, essas qualidades serão fundamentais para garantirmos o melhor resultado."

2. Apresentar o problema de forma clara e estruturada:

Gerentes com perfil reativo geralmente respondem melhor a informações concretas e organizadas. Eu apresentaria a questão com dados e impactos diretos.

"Estamos enfrentando [descreva a situação]. Caso tomemos essa decisão estratégica agora, esperamos [mostre os benefícios e resultados positivos].  No entanto, se adiarmos, existe o risco de [apresente os problemas potenciais]."

3. Envolver o gerente na solução:

Para engajar uma pessoa reativa, é importante colocá-la como parte da solução, fornecendo opções e pedindo opiniões.

"Quero ouvir sua perspectiva: entre as alternativas X e Y, qual você acredita que melhor atende aos nossos objetivos? Existe algo que você acha que devemos considerar antes de avançar?"

4. Inspirar confiança e urgência controlada:

É essencial reforçar a confiança na decisão e mostrar como o momento é crucial, mas sem pressionar de forma excessiva. Para isso, eu faria uso de uma abordagem colaborativa.

"Sei que essa decisão é desafiadora, mas estou aqui para apoiá-lo no que for necessário. Este é o momento de agir, e acredito que juntos podemos fazer a diferença."

5. Reforçar a responsabilidade compartilhada:

Por fim, eu destacaria que a decisão é parte de um esforço conjunto e o impacto positivo será sentido por toda a equipe.

"Tomar essa decisão hoje não apenas beneficiará a empresa, mas também solidificará nossa liderança como uma equipe forte e alinhada."

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Resumindo, você deverá fazê-lo sentir-se desafiado, “provocado”; e procure qual a melhor forma dele reagir no interesse da empresa e no âmbito do seu cargo. Não tenha dúvidas, se for feliz na sua narrativa, ele vai partir rapidamente para a ação que você deseja.

Se, por outro lado, o perfil do seu diretor for de uma pessoa ativa, você deverá apresentar a dificuldade de outra forma.

Fique certo de que ele não responderá bem a uma situação onde haja uma “ameaça” à sua competência ou posição. O problema deverá ser-lhe apresentado de forma que se sinta útil para a solução. Ele deverá sentir que sua ação está sendo demandada e que depende dele o melhor desfecho para a ocasião.

Parece simples? Ou parece ser algo meio... manipulador? 

Diga-se de passagem: quem poderá negar que entre as ferramentas à disposição na oficina de um líder e/ou gestor não está (no bom sentido) a da ‘manipulação’ dos interesses e motivações de sua equipe? 

Entretanto, no caso em tela, essa “magia” só poderá ocorrer se a colocação, por você, da dificuldade (como diretor), estiver consoante a sua leitura do perfil do seu gerente. Se apresentar o problema com os sinais trocados ou as ênfases minimizadas, não obterá os resultados que espera.



Devo avisar que ter perfil "ativo" ou "reativo" não tem nada a ver com as competências dos profissionais. Não se pode classificar no currículo se alguém tem esse ou aquele perfil. Um psicólogo poderá explicar melhor. Digo eu que são características como, por exemplo, ser canhoto ou destro. É assim que entendo.

Um detalhe, alguém poderá lembrar que esqueci de citar o perfil de um proativo. Responderei que não esqueci, acho apenas que o proativo já um perfil além do que estamos tratando neste texto. Se tiver interesse na diferença, clique aqui e leia o que encontrei na Internet.

Essa experiência você pode levar a efeito em inúmeras situações no dia-a-dia dos ambientes corporativos. Use a sua imaginação.

Se já não o faz, recomendo que passe a montar um banco de dados para caracterizar os perfis das pessoas que estão nos seus círculos de influência e amizades. Na medida das necessidades, passe a utilizar essa habilidade para atingir os bons resultados que almeja na sua carreira e até na vida social. 

E não precisa fazer segredo disso, pelo contrário, mostre com transparência que você conhece as “suas pessoas”. Elas vão gostar de conhecer seus perfis vistos pelo chefe, amigo, companheiro...

A propósito, qual é o seu perfil?


Na "minha teoria" não tratei o proativo e o reativo comportamentais por classificá-los como perfis que dizem respeito às maneiras, modos e procedimentos das pessoas que devem ser examinados sob outra lente. No nosso caso, o proativo estaria em outro nível do que chamo de ativo. 

Para um esclarecimento melhor, se os leitores tiverem interesse, postei abaixo o vídeo de um profissional que traça as diferenças entre esses dois perfis comportamentais. Pode ilustrar mais o que procurei esclarecer. Assistam.





sábado, 22 de março de 2025

Você reconhece quando uma pessoa não gosta de você?

 


 

Este post estreia uma nova "tag", um novo marcador. Dei-lhe o nome de "Pinterest (dcine)". Vou pesquisar os temas nos dois sites associados na conta do Pinterest, que, aliás, visito muito. É muito versátil, variado e colorido. Um top na Internet.

Os posts do "Dcine" são (quase) sempre sobre temas comportamentais, e muitas dicas sobre coisas interessantes, que busco inserir - até com certa insistência - aqui na Oficina de Gerência. 

Afinal de contas, as atividades da gerência, da administração, da gestão e da liderança estão intimamente interligadas com os comportamentos das pessoas que as exercem e a utilização das dicas que tanto nos ajudam. Tenho claro que será um marcador muito visitado.

Serão sempre temas de interesse geral que despertem a curiosidade dos leitores por coisas do dia a dia. O post de abertura da tag é bem característico: por que tem pessoas que não gostam da gente e nem percebemos?

Aqui no texto, a autora, Alyssa Ferreira (ver link no título do artigo), cita cinco sinais para nós identificarmos esses "amigos/conhecidos".

Para quem se interessa pelo assunto, sugiro procurar no Google pesquisando "porque tem pessoas que não gostam da gente". Tem muita coisa por lá. 


dcine

Clique aqui e conheça o dcine

5 Sinais Claros de Que Uma Pessoa Não Gosta de Você

1. Falta de Interesse nas Suas Conversas

2. Falta de Contato Visual

3. Comportamento Frio e Distante

4. Faz Questões sobre Sua Vida, Mas de Forma Crítica

Uma pessoa que não gosta de você pode até demonstrar algum interesse, mas de uma forma negativa ou crítica. Se ela faz perguntas sobre sua vida, mas sempre com um tom de julgamento, ou tenta te colocar em situações desconfortáveis com críticas disfarçadas de “conselhos”, isso pode ser um claro sinal de desinteresse genuíno.

Em vez de apoiar suas conquistas ou respeitar suas escolhas, essa pessoa pode minimizar suas realizações ou apontar falhas, o que demonstra que ela não está realmente interessada em você de forma positiva.

5. Evita Fazer Planos com Você

Se você percebe que essa pessoa sempre tem desculpas quando se trata de fazer planos com você, é uma forte indicação de que ela prefere evitar a sua companhia. Isso pode se manifestar por ela sempre estar ocupada quando você sugere sair, ou preferir ficar com outras pessoas em vez de fazer algo com você.

Se alguém não gosta de você, é natural que ela não queira passar tempo com você, independentemente da ocasião. Isso pode acontecer em um nível mais sutil, onde a pessoa nunca se oferece para passar tempo juntos ou, até mesmo, evita oportunidades de fazer planos a dois.

O Que Fazer Quando Perceber Esses Sinais?

É importante ressaltar que, embora esses sinais possam indicar que alguém não gosta de você, isso não significa que você deve se desesperar. Às vezes, uma pessoa pode estar passando por um momento difícil e, portanto, seu comportamento não tem nada a ver com você pessoalmente.

No entanto, se esses sinais forem consistentes e não houver explicação plausível, é um bom momento para refletir sobre a relação.

Lembre-se de que não podemos agradar a todos, e a vida social é cheia de altos e baixos. Se você perceber que alguém não gosta de você, a melhor atitude é ser honesto consigo mesmo. Caso necessário, considere manter uma distância respeitosa e não investir energia em uma relação que não seja recíproca.

No final das contas, o mais importante é cercar-se de pessoas que valorizam sua presença e estão dispostas a contribuir positivamente para sua vida.

Ficar atento a esses sinais pode te ajudar a entender melhor as dinâmicas ao seu redor e, ao mesmo tempo, a manter relações mais saudáveis e verdadeiras.

"Ave Maria no Morro" - emoção no blog da Oficina de Gerência!!!!


Trago, neste sábado indolente e preguiçoso, tres momentos de arte e pura emoção. Dois artistas, de estilos completamente diferentes, interpretam magistralmente, a canção "Ave Maria no Morro". *

Helmuth Lotti, tenor belga a interpreta em espanhol, estilo formal, em show para uma platéia estrangeira (acho que mexicana). Emoção demais.

Logo abaixo, para dar um contraponto, mas com o mesmo sentimento, a interpretação, extraordinária e famosíssima, de Jorge Aragão e o Quarteto de Cordas".  Impossível não se emocionar com a arte de Aragão e seu cavaquinho. Só de escutá-la a emoção mareja meus olhos. É assim todas as vezes que vejo e escuto A "Ave Maria" de Jorge Araão.

Finalmente, para os saudosistas, como eu, trago a "Ave Maria no Morro" interpretada por quem lhe deu vida, Dalva de Oliveira, em 1942, quando foi lançada por Herivelto Martins e seu "Trio de Ouro", do qual a Dalva fazia parte.

* Ave Maria no Morro" (Wikipédia) é uma canção composta por Herivelto Martins e gravada por seu Trio de Ouro em 1942.

A canção narra que os moradores de uma favela carioca (referenciados apenas como "morro") rezam uma Ave-Maria coletiva pedindo uma vida melhor antes de se retirarem para seus barracões durante o anoitecer.

Entusiasmado com a canção que acabara de compor, Martins resolveu interpretá-la para o amigo Benedito Lacerda com seu Trio de Ouro.

Certo tempo depois, o Trio de Ouro gravou a canção, que se transformou num enorme sucesso. A canção também foi regravada pela banda de heavy metal e hard rock, Scorpions no EPWhite Dove e no Álbum Live Bites em castelhano.




"Em 1942, Herivelto Martins compôs Ave-Maria no Morro. O cardeal do Rio de Janeiro, Dom Sebastião Leme, considerou a música uma heresia e fez pressão para que fosse censurada. Felizmente, não conseguiu. A música tornou-se um clássico e já foi cantada em catedrais na Alemanha, Suíça, Áustria e vários outros países. Para reviver esse grande sucesso, veja o vídeo sensacional, na interpretação, ao vivo, em espanhol, do tenor belga Helmut Lotti (diagnosticado com autismo, fala vários idiomas) num cenário e atmosfera especiais, cuja performance contou com orquestração que valorizou ainda mais essa grande apresentação. Um momento encantador!  Você fica sem saber qual o momento de maior beleza: a letra, a música, a interpretação. Simplesmente deslumbrante." (texto estraido da apresentação do vídeo no YouTube)






quinta-feira, 20 de março de 2025

Argeu Ramos, lança novo livro: "O BÊ-Á-BÁ da Administração para NÃO administradores"

 



Este post é uma homenagem da Oficina de Gerência ao Amigo, Irmão:., Administrador e Advogado, Dr. Argeu Ramos, Vice-Presidente do Conselho Regional de Administração do Distrito Federal. 

Argeu é um exemplo, para nós todos, a ponto de "ter a audácia" de escrever seu 2º livro, numa idade em que poderia estar desfrutando o papel de avô, dedicado que é; de amigo, companheiro e tudo o mais que tem direito nesta fase da vida. "Morro de inveja"... 

Sua inquietude e energia, além de ser um administrador atuante no CRA-DF, ainda nos brinda com um livro de interesse geral para quem, como nós, venera a arte da administração. 

A homenagem que faço aqui é justa e perfeita, pois além de tudo, vai registrar para todos, esse exemplo de cidadão que é o meu amigo Argeu. Parabéns.


Estão anexados ao post, o registro, do CRA-DF, do evento da "Noite de Autógrafos" do livro "O BÊ-BÁ da Administração para NÃO administradores!". Já nas livrarias.

Clique aqui e visite a hom esite do CRA

CRA-DF impulsiona a disseminação do conhecimento em gestão

O Conselho Regional de Administração do Distrito Federal – CRA-DF reforça seu compromisso com a difusão do conhecimento ao apoiar a divulgação da obra do Vice-Presidente do respectivo Conselho, o Adm. Argeu Ramos, voltada a profissionais de diversas áreas. Intitulada “O be-a-bá da Administração”, a publicação apresenta conceitos essenciais de gestão financeira, destacando a importância de uma administração eficiente e consciente dos recursos, independentemente da formação acadêmica.

“A iniciativa do CRA-DF em apoiar a divulgação do meu livro é um marco importante para a disseminação do conhecimento em gestão. Essa obra não apenas facilita o acesso a conceitos fundamentais da administração financeira, mas também reforça a ideia de que a boa gestão é essencial em qualquer área de atuação. Em um momento em que celebramos os 60 anos da profissão de Administrador, iniciativas como essa mostram o impacto direto da Administração na construção de uma sociedade mais eficiente e sustentável. É uma oportunidade valiosa para profissionais e estudantes ampliarem sua compreensão sobre a importância da administração consciente e estratégica”, ressaltou o Adm. Argeu Ramos.

O CRA-DF reafirma seu compromisso com a valorização do conhecimento ao apoiar o administrador Argeu Ramos, cuja trajetória profissional e expertise representam uma contribuição significativa para o campo da Administração. Sua atuação reflete não apenas excelência técnica, mas também a capacidade de tornar conceitos estratégicos acessíveis a um público mais amplo.

Essa iniciativa reforça o papel estratégico da Administração ao estabelecer um diálogo interdisciplinar, evidenciando seu potencial de influência. Em um contexto de celebração dos 60 anos da profissão de Administrador, essa ampliação de escopo não apenas valoriza a categoria, mas também reafirma seu protagonismo na formulação de diretrizes que impactam diretamente a gestão pública, o setor privado e a sociedade como um todo.