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O Domingo de Ramos é uma data móvel celebrada no domingo anterior à Páscoa. Nesse dia, que não é feriado, inicia-se a Semana Santa. A celebração lembra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, dia em que ele foi recebido como o Filho de Deus. Nessa ocasião, as pessoas saudaram Jesus com ramos de palmeira e oliveira, motivo pelo qual ficou conhecido como Domingo de Ramos. Jesus chegou a Jerusalém montado em um jumentinho, simbolizando a sua humildade, conforme pode ser lido na Bíblia: Uma grande multidão estendeu seus mantos pelo caminho, outros cortavam ramos de árvores e os espalhavam pelo caminho. A multidão que ia adiante dele e os que o seguiam gritavam: "Hosana ao Filho de Davi!" "Bendito é o que vem em nome do Senhor!" "Hosana nas alturas!" (Mateus 21, 8-9) Significado do Domingo de Ramos O Domingo de Ramos recorda os últimos dias de Jesus antes de ser crucificado. É o primeiro dia da Semana Santa. Ao entrar em Jerusalém, Jesus é recebido como um rei. As pessoas o saúdam abanando ramos. Apesar dessa recepção, Jesus mostra a sua humildade ao chegar montado em um jumento que, além da humildade, representa a paz; o inverso do cavalo, que remete à guerra. Tradições no Domingo de Ramos domingo de ramos Para recordar, as pessoas costumam levar ramos para a igreja para serem benzidos, bem como realizam procissões lembrando a forma como Jesus foi aclamado. Os ramos simbolizam a vitória de Jesus e são levados pelas pessoas para as suas casas que os guardam como força de proteção contra tempestades e outros males. Hoje, há padres que recomendam que as pessoas usem raminhos de ervas que possam ser usados para consumo, chás, por exemplo, em vez de os deixarem esquecidos em casa. Nas igrejas, os ramos benzidos são queimados e as suas cinzas são usadas para marcar a testa das pessoas na celebração da Quarta-feira de cinzas do ano seguinte.


Salomão, também chamado de Jedidias, foi um rei do Reino Unido de Israel (mencionado, sobretudo, no Livro dos Reis), filho de David com Bate-Seba, que se teria tornado o terceiro rei do Reino Unido de Israel, governando durante cerca de quarenta anos (segundo algumas cronologias bíblicas, de 966 a 926 a.C.). Salomão também tem obras sapienciais a si atribuídas na Bíblia, como Provérbios, Eclesiastes e Cântico dos Cânticos, o que lhe rendeu a fama de ser um dos homens mais sábios do mundo antigo. E também livros extra bíblicos como o Testamento de Salomão, que conta sobre sua capacidade de dar ordens aos espíritos, anjos e demônios, habilidade também mencionada no Alcorão [].


quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Hamas anuncia que aceita cessar fogo "em princípio" (leia notícia direto de Israel)

Postei abaixo uma cópia retirada diretamente do website do jornal israelense The Jerusalem Post dando conta que um cessar fogo pode estar próximo. Não é nada, não é nada, não é nada mesmo. 

Pessoalmente não acredito que Israel amenize sua ofensiva antes de Barack Obama tomar posse e "pedir" um cessar fogo ao seu governo. Não acredito que o partido político no poder em Israel (Kadima) e às vésperas de uma eleição vá perder essa oportunidade de "inflar" o balão do governo de Obama logo no início e de quebra dar a Hillary Clinton esse enorme prêmio de "boas vindas" à política internacional. 

Infelizmente é assim que se movimentam as peças nesse tabuleiro de xadrez movido a interesses inconfessáveis dos seus reis, rainhas, torres e bispos. É um palpite, uma aposta. O vetor político é muito forte nesse "pogrom" da Faixa de Gaza. 

Não foi à toa que os ataques israelenses começaram no vácuo de poder da transição presidencial norte-americana e as nações ocidentais - ONU inclusive - nada fazem de efetivo para paralisar a mortandade que torna a Faixa de Gaza um açougue de carne humana.

De qualquer forma é uma esperança. Torço para que seja de verdade. Para quem estiver interessado ai está a cópia e os links para acesso ao jornal que está no olho do furacão e serve de fonte para quase toda a imprensa internacional a respeito dessa insânia entre Israel e palestinos do Hamas.

A seguir uma tradução tosca do primeiro parágrafo da notícia publicada abaixo:

"Hamas anunciou nesta quarta-feira que havia aceitado a iniciativa egípcia para Gaza de um cessar-fogo "em princípio" e que está agora à espera da resposta de Israel. 

O anúncio foi feito depois de uma delegação Hamas haver concluído dois dias de uma maratonade  conversações com representantes do Serviço de Inteligência Geral egípcio no Cairo."

Jan 14, 2009 18:37 | Updated Jan 14, 2009 23:18

Hamas accepts Gaza cease-fire initiative 'in principle'

By KHALED ABU TOAMEH, HERB KEINON AND YAAKOV KATZ 

Hamas announced on Wednesday that it had accepted the Egyptian initiative for a Gaza cease-fire "in principle" and that it was now waiting for Israel's response.

A member of the Hamas...

A member of the Hamas delegation, Salah el-Bardaweel, talks during a press conference in Cairo on Wednesday.
Photo: AP

SLIDESHOW: Gaza op, Day 19

The announcement came after a Hamas delegation concluded two days of marathon talks with representatives of the Egyptian General Intelligence Service in Cairo.

Hamas denied reports in the Egyptianmedia to the effect that it had acceptedthe Egyptian initiative unconditionally.

Sources close to Hamas said that while some progress had been achieved in the talks, it was premature to talk about a cease-fire agreement.

They said that the Egyptians put heavy pressure on the Hamas officials and even threatened them against rejecting the initiative.

"There are still some sticking points," the sources said. "We still haven't reached an agreement over the length of the proposed cease-fire and the future of the border crossings into the Gaza Strip."

They said that Hamas was prepared to accept a short-term cease-fire with Israel, while the Egyptians were pressing for a long-term truce.

Hamas, the sources explained, is also insisting on playing a role in the management of the border crossings, particularly the Rafah terminal. The Egyptians want to hand over the terminal to forces loyal to Palestinian Authority President Mahmoud Abbas, that used to run the border crossing until they were kicked out by Hamas in 2007. [...] (continue lendo a reportagem clicando aqui)

 

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